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29/04/2014 00:00

Feijão, ervilha e grão de bico ajudam a reduzir o colesterol, diz estudo

Comer quantidades pequenas de leguminosas como ervilha, grão de bico, feijão e lentilha parece reduzir o colesterol LDL, ou colesterol ruim.

Ao realizar uma análise de experimentos clínicos randomizados, pesquisadores descobriram que a ingestão de 130 gramas - aproximadamente três quartos de xícara - desses alimentos ao dia reduziu os níveis de colesterol LDL em aproximadamente 5% em comparação com dietas semelhantes sem esses alimentos. Esse grau de redução sugere que ataques cardíacos e outros incidentes cardiovasculares importantes tenham diminuído de 5 a 6%, escreveram os pesquisadores.

A análise foi publicada no periódico The Canadian Medical Association Journal e inclui 26 experimentos envolvendo 1.037 voluntários com idade média de 51 anos. Os acompanhamentos tiveram duração média de seis semanas.

Os experimentos não descobriram efeitos da ingestão de legumes sobre outros indicadores de risco cardiovascular como apolipoproteína B e colesterol não-HDL (colesterol total menos HDL ou colesterol bom).

O Dr. John L. Sievenpiper, um dos autores do estudo do Hospital de St. Michael de Toronto, afirmou que a dieta do americano típico inclui menos de 28 gramas de legumes ao dia.

"Isso precisa ser pensado como mais uma forma de baixar o colesterol", afirmou.

Comer quantidades pequenas de leguminosas como ervilha, grão de bico, feijão e lentilha parece reduzir o colesterol LDL, ou colesterol ruim.

Ao realizar uma análise de experimentos clínicos randomizados, pesquisadores descobriram que a ingestão de 130 gramas - aproximadamente três quartos de xícara - desses alimentos ao dia reduziu os níveis de colesterol LDL em aproximadamente 5% em comparação com dietas semelhantes sem esses alimentos. Esse grau de redução sugere que ataques cardíacos e outros incidentes cardiovasculares importantes tenham diminuído de 5 a 6%, escreveram os pesquisadores.

A análise foi publicada no periódico The Canadian Medical Association Journal e inclui 26 experimentos envolvendo 1.037 voluntários com idade média de 51 anos. Os acompanhamentos tiveram duração média de seis semanas.

Os experimentos não descobriram efeitos da ingestão de legumes sobre outros indicadores de risco cardiovascular como apolipoproteína B e colesterol não-HDL (colesterol total menos HDL ou colesterol bom).

O Dr. John L. Sievenpiper, um dos autores do estudo do Hospital de St. Michael de Toronto, afirmou que a dieta do americano típico inclui menos de 28 gramas de legumes ao dia.

"Isso precisa ser pensado como mais uma forma de baixar o colesterol", afirmou.


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